Ficção científica: um mote para Michio Kaku e outros, tantos
Comecei a ler dois livros simultaneamente: Physics of the Impossible (Física do Impossível), de Michio Kaku, e Bad Astronomy, de Phil Plait. Fazia tempo que não lia algo relacionado a divulgação científica e estes dois me pareceram bons candidatos. Ambos têm um prefácio em que são colocadas nas alturas as estórias de ficção científica, em … Leia mais
Nook Touch – opinião sobre uma plataforma de leitura eletrônica
Caiu nas minhas mãos, não de pára-quedas ou como balão, mas caiu: passei alguns dias lendo livros em uma plataforma de leitura eletrônica Nook Touch. (Antes de continuar, uma nota sobre o termo que escolhi: livro eletrônico ou e-reader, apesar de serem as formas mais utilizadas para designar este tipo de aparelho, não me parecem … Leia mais
De revoltibus uspianus…
A Reitoria esta livre! Viva a Reitoria Livre! Os tanques americanos desfilam pelas ruas do campus da USP-Capital saudados por uma multidão delirante agitando freneticamente bandeirinhas do estado de São Paulo e da Polícia Militar. Aclamado por dez milhões de vozes, o reitor sobe em um palanque improvisado e declama as palavras longamente ensaiadas na … Leia mais
Falácias no discurso do universitário transgressor
Venho escrevendo há algum tempo e não tenho lá muitos leitores. Os números, claro, podem contar (e muito) exatamente como acontece com a chamada grande mídia. Apesar de conhecer a relação que pode ser criada a partir do número referente à visitação, ainda prefiro o conteúdo à quantidade de leitores e, levando isso em conta, … Leia mais
Guerra dos Tronos: ler ou não ler não é a questão
Estive a ler o livro A Game of Thrones. Assistira há pouco ao seriado homônimo, transmitido por aqui via HBO e, saudoso de livros cheios de ação, resolvi arriscar – o único custo que teria seria meu tempo, que não tenho sobrando, mas… diversão, here we go! -. Primeiro, que as culpas sejam distribuídas: entrei … Leia mais
Fragilidade
A posição do artista é frágil. Precisa viver, comer, viver, viver e comer. Não, não precisa: se ele não vive e come, não produz arte. Produzir. Fazer arte. Produzir é fazer, fazer é produzir. Importa a escala da produção? E se a escala da produção estiver ligada diretamente a uma linha filosófica? Ses. O teatro … Leia mais
Arquitetura e colonização: paramos, andamos?
Divirto-me um bocado (aliás, pensando bem, dou a sensação que só faço me divertir) com as referências que aparecem repentinamente, num movimento aparente de desdobramento do universo; muito aparente, porque elas sempre estiveram por lá, nós é que nunca estivemos preparados pra percebê-las ou, talvez, que não demos bola pro que estava ali, na nossa … Leia mais
Adendos a “Não sobre o que é arte, afinal?” e uma reclamação
Escrevi há pouco tempo um pequeno texto sobre arte, sem de fato ser capaz de uma definição final – espero, realmente, tê-lo deixado suficientemente aberto pra que definições ou, quem sabe, sensações sejam apresentadas num futuro não muito distante, por quem passar por mim e, por favor, por quem passar por aqui (sim, isso é … Leia mais
Não sobre o que é arte, afinal?
Tripudio sobre bases que não tenho pra falar de arte. Não sou o primeiro e tampouco serei o último a arriscar. Periculum dicendi non recuso, exponho-me ao risco de falar: só assim esse espaço existe. Demorei, aliás, bastante, para compor este que, desejava eu, fosse uma resposta a um texto no Amálgama, O que é … Leia mais
Quadrinhos, traduções, política e os argumentos esquisitos
Andou rolando uma pequena polêmica esses dias, pelo twitter; quando dei por mim, já estava a ler sobre no blog Melhores do Mundo (MDM) – a entrada parece ser bem completa –. O fato é que andaram a reclamar de uma tradução feita na revista Batman 98, publicada no Brasil pela editora Panini. Não entro … Leia mais














