Um tantinho sobre viagens espaciais

Escrevi um texto pro coletivo Amálgama, pincelando sobre o tema das viagens espaciais. Deixo a dica, lá, de alguns autores, lembro de importantes conquistas do homem e toco num tema que precisa ser discutido por aqui, num futuro próximo: o paradoxo de Fermi.

O começo do texto, pra quem quiser dar uma olhadela:

Já quis ser piloto, muito. Acho que além do fato de meu pai ter sido um, o desejo surgiu por causa de uma das cenas mais marcantes do cinema moderno: a abertura de Guerra nas Estrelas, em que uma nave espacial despontava na tela e a cruzava por um tempo que parecia infinito – a nave simplesmente não terminava! A então trilogia de Guerra nas Estrelas (porque falo do começo da década de 1980) é inegavelmente uma saga mitológica em que os cavaleiros de outrora foram substituídos por pilotos e os campos de batalha se tornaram o espaço remoto e paisagens as mais diversas – afinal os planetas habitáveis apresentados na saga parecem indiferentes às leis da física.

[leia o texto completo no Amálgama]

(porque a ficção científica faz mais pela formação de novos pesquisadores que nossos espaços de ciências)

Comments
4 Responses to “Um tantinho sobre viagens espaciais”
  1. Vanessa disse:

    Esse seu parênteses disse tudo!

    Hahahahahahaha

    Então, tava lendo sobre o tal paradoxo de Fermi, e fiquei pensando que no fundo ele acaba dando pano pra manga praquela seita maluca que diz que o planeta terra foi habitado por et’s, e que somos descendentes dos danados.
    Acho que são os cientologistas. É isso mesmo? Não me lembro.

    • McFly disse:

      Sim, bem verdade. Os cientologistas abominam a psicologia e têm em suas linhas figuras proeminentes do mundo contemporâneo – o que não significa que eles estão certos, pelamor! -. Eles não são os únicos a acreditar que ets existem e criaram vida na terra; a idéia de design inteligente segue as mesmas linhas e, oras, o espiritismo também.

      Todos estes grupos, entretanto, se refugiam em questões de fé que cientistas não têm condições ou interesse em discutir, por pragmatismo puro; o método científico é um guia poderoso que pede por comprovações e refutações. É por isso que livros sagrados são constantemente reinterpretados: à luz de novas informações (ou seja, quando se percebe que tem bobagem escrita), uma nova interpretação é feita e um ponto qualquer, salvo da dura realidade da impossibilidade…

  2. Vanessa disse:

    Falando em design inteligente…Ri demais com o Dawkins tirando umazinha do tal intelligent design – Se não me engano foi no Colbert.

    Mas acho que vc já deve ter visto, claro.

    Tá lá no vocêtuba.
    😉

    • McFly disse:

      Vi, mas sempre é bom relembrar. Outro dia publiquei no meu outro blog sobre balelas e interpretações que algumas pessoas teimam em fazer. Depois eu procuro e te passo, sei lá, via twitter.

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