Duas anotações sobre previsões

Escrevi dois textos pro Amálgama – um há alguns meses e outro recente (quando da postagem desta entrada) –cujos temas abordam, cada um à sua maneira, o futuro e possíveis previsões que possamos fazer: sobre o fim do mundo em 2012 e uma resenha de A Máquina do Tempo, de H. G. Wells. Ainda não havia colocado os links por aqui e, enquanto trabalhava em resenha pro livro _não contem com o fim do livro, fui surpreendido (Eco, Umberto; Carrière, Jean Claude. _não contem com o fim do livro. Rio de Janeiro: Record, 2010.):

JCC: (…) A característica dos profetas, verdadeiros e falsos, é sempre enganar-se. Não sei mais quem dizia: “Se o futuro é o futuro, é sempre inesperado.” A grande qualidade do futuro é ser perpetuamente surpreendente. Sempre me impressionou o fato de que na grande literatura de ficção científica que vai do início do século XX ao fim dos anos 1950, nenhum autor tenha imaginado a matéria plástica, que assumiu lugar tão importante em nossas vidas. Projetamo-nos sempre na ficção, ou no futuro, a partir daquilo que conhecemos. Mas o futuro não procede do conhecido.

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